No campus do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa nasceu uma ilha com uma particularidade: tem um hotel de insetos integrado na própria mini-floresta. Não é decoração. É parte da mesma lógica que traz a floresta até ali — restaurar o ecossistema local, dar aos polinizadores um lugar para viver e criar mais um ponto de um corredor ecológico feito de espécies nativas dentro da cidade.
Plantaram-se 70 árvores e arbustos de 16 espécies nativas, seguindo o método Miyawaki, transformando uma pequena área do campus numa floresta densa e autossustentável.
Para os estudantes de engenharia que passam ali todos os dias, a ilha funciona como lembrete constante de que espaços verdes urbanos não são só estética: apoiam polinizadores, restauram solo e mantêm viva a ligação entre as pessoas e a biodiversidade que as rodeia.